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Quando o mar invadiu a terra...Um ano depois

Enquanto para uns é altura de comemoração, para outros é altura de tristeza e de relembrar tragédias.

Um ano depois do tsunami que atingiu treze países do sudeste asiático, ainda há centenas de corpos que não foram identificados e famílias que não puderam ainda fazer o luto...
A comunidade internacional mobilizou-se como nunca para prestar ajuda de emergência. Mas a longo prazo a ajuda humanitária revelou-se problemática e grande parte do dinheiro doado pelo mundo ainda não foi utilizado...resta saber porquê!

Comments

Mac Adame said…
E grande parte do dinheiro prometido ainda não foi dado. Por quem? Pelos mesmos de sempre. Enquanto entidades privadas, o Japão e o Canadá, por exemplo, prometeram dar o que podiam dar e cumpriram, a União Europeia e os Estados Unidos andavam num autêntico leilão para ver quem é que oferecia mais e o resultado está à vista: ainda não entregaram nem metade do prometido.
Unknown said…
O habitual macaco adriano, não é só neste caso, fazem-se campanhas e peditórios, mas quando se vai verificar onde param os resultados disso ninguém sabe...

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Crucifixos fora das escolas públicas por ordem do Governo

Ministra da Educação diz não querer atacar a Igreja Católoca, mas antes fazer alguma pedagogia e demonstrar igual respeito por todas as religiões. Os ofícios com a ordem governamental já começaram a chegar às escolas onde os símbolos religiosos ainda permanecem visíveis Embora ache que há cruzes muito mais importantes com que o governo se devia preocupar, e essas sim deviam ser uma prioridade, pois são cruzes demasiado pesadas e estão nos ombros dos portugueses, como é o caso dos impostos, do desemprego, etc...Não posso deixar de concordar com a atitude. Afinal, e embora a população portuguesa seja maioritariamente católica, não nos podemos esquecer que vivemos numa democracia e que temos que levar em consideração todas as outras ideologias religiosas, parece-me por isso uma medida acertada e coerente a de retirar os crucifixos das escolas públicas. Não há que impôr nenhuma religião a ninguém, há que educar e respeitar a liberdade de escolha de cada um.