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Alberto João

Um dia Alberto João morreu.

Houve uma reunião no Funchal para decidir onde ele seria enterrado.

Um secretário regional sugeriu:

- Deve ser enterrado no Funchal. Afinal, aqui é a sua cidade natal.

Então um bêbado, que não se sabe como entrou na reunião, disse com aquela entoação típica dos bebedos:

-... No Funchal pode... Só não pode em Jerusalém!!!

Como estava de fogo, ninguém deu bola para o que ele disse.

Um segundo secretário regional disse.

- Acho que deve ser no Funchal, mas na freguesia de São Pedro onde ele viveu e fez sua carreira política.

O bêbado mais uma vez interveio:

-...Em São Pedro pode... Só não pode em Jerusalém!!!

Novamente, ninguém deu ouvidos a ele.

Um terceiro secretário regional finalmente sugeriu:

- ... Funchal não! Deve ser enterrado em Lisboa, pois era Presidente de um Governo Regional e todos os presidentes devem ser enterrados na Capital!

E o bêbado novamente:

-... Em Lisboa pode... Só não pode em Jerusalém!!!

Perderam a paciência com o cara:

- Por que é esse medo que o Alberto João seja enterrado em Jerusalém?

E o bêbado respondeu:

-... Porque uma vez enterraram um gajo lá, e ele RESSUSCITOU !!!!!

Comments

Ratinho said…
Estão proibidos todos os enterros de politicos portugueses em Jerusalém!
Hehehe

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Ministra da Educação diz não querer atacar a Igreja Católoca, mas antes fazer alguma pedagogia e demonstrar igual respeito por todas as religiões. Os ofícios com a ordem governamental já começaram a chegar às escolas onde os símbolos religiosos ainda permanecem visíveis Embora ache que há cruzes muito mais importantes com que o governo se devia preocupar, e essas sim deviam ser uma prioridade, pois são cruzes demasiado pesadas e estão nos ombros dos portugueses, como é o caso dos impostos, do desemprego, etc...Não posso deixar de concordar com a atitude. Afinal, e embora a população portuguesa seja maioritariamente católica, não nos podemos esquecer que vivemos numa democracia e que temos que levar em consideração todas as outras ideologias religiosas, parece-me por isso uma medida acertada e coerente a de retirar os crucifixos das escolas públicas. Não há que impôr nenhuma religião a ninguém, há que educar e respeitar a liberdade de escolha de cada um.