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História do dia Internacional da Mulher

A revolução dos cravos desencadeou várias mudanças na sociedade portuguesa. E a comemoração do Dia Internacional da Mulher, no dia 8 de Março, foi uma das mudanças ocorridas depois do 25 de Abril.

Contudo, apesar de ser comemorado desde 1909, o Dia Internacional da Mulher só foi proclamado oficialmente pelas Nações Unidas em 1975. E, somente em 1979 foi aprovada a Convenção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres.

As reivindicações de operárias de uma fábrica de têxteis em Nova Iorque, em 1857, originaram a comemoração do Dia da Mulher em todo o mundo.
Revoltadas com condições de trabalho bastante precárias, as trabalhadoras fizeram greve e manifestaram-se contra os salários baixos, o excesso de horas de trabalho, e contra as más condições da fábrica.
Durante a greve deu-se um incêndio que causou a morte a cerca de 130 manifestantes.

Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Women’s Trade Union League.

Esta associação tinha como principal objectivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho.

Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque: reivindicaram o mesmo que as operárias no ano de 1857, bem como o direito de voto.
Caminhavam com o slogan “Pão e Rosas”, em que o pão simbolizava a estabilidade económica e as rosas uma melhor qualidade de vida.
Mais tarde, o Partido Socialista norte-americano decretou o último Domingo de Fevereiro o Dia Internacional da Mulher.
Foi comemorado pela primeira vez em 1909 e pela última vez no ano de 1913, pois durante uma conferência mundial das organizações socialistas, decorrida em Copenhaga (Dinamarca), a revolucionária alemã Clara Zetkin propôs o 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher.

De ano para ano, esta data passou a ser assinalada em todo o mundo dando estímulo à luta das mulheres pela igualdade de direitos.
(via sapo)

Comments

heidy said…
E muito bem assinalada!!! Não só para nos lembramsoq ue existem mulheres por esse mundo fora que ainda não têm os seus direitos assegurados; como para reafirmar o nosso agradecimento, por todas aquelas que deram a vida, para que as gerações futuras usufruissem de mais direitos.
Um viva para elas,e o meu muito obrigado.
Anonymous said…
Where did you find it? Interesting read » »

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