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Mas que Justiça?

Começa a ser cada vez mais vulgar, ligar a TV ou abrir um jornal, e ver ou ler, casos que envolvem crianças... ora abusadas sexualmente, ora agredidas fisicamente, ora abandonadas nos locais mais impensáveis, casos como o da pequenina Joana, que incluiu tudo!!
Um caso que acabou da pior maneira, com a morte da menina de uma forma trágica, em circunstancias estranhas e confusas.

Não sou apologista da pena de morte, acredito que nenhum ser humano tem o direito de tirar a vida a outro.

E a historia tem demonstrado que nem sempre a justiça é correcta...
Afinal quantos condenados ao chamado "corredor da morte", o foram por erros de investigação, ou porque alguém mentiu, ou por ser necessário resolver o caso e ter que se encontrar um culpado rapidamente, e mais tarde se veio a provar que afinal estavam inocentes?

Quando se executa alguém, seja culpado ou inocente, já não há volta a dar...é uma vida que se perde.

E também porque a pena de morte não só não resolve nada, como acaba com qualquer hipótese de sofrimento que lhes possa ser aplicado.

É o caso dos assassinos da pequena Joana!

A ser verdade tudo o que a comunicação social tem relatado sobre o caso, e todas as evidencias apontam para que assim seja, nenhuma pena de morte é suficiente para eles!!

Mas uma condenação a 25 anos de cadeia também não é!!

A prisão é um luxo que lhes devia ser negado!!

Vão estar a comer e a beber à custa de quem trabalha e paga os seus impostos e daqui a meia dúzia de anos são colocados em liberdade por bom comportamento!!

Vão para qualquer lugar em que ninguém saiba quem são, dão mais meia dúzia de cambalhotas, das quais resultam mais meia dúzia de crianças, que muito provavelmente também acabarão por ser alvo de maus tratos, e nessa altura já ninguém se vai lembrar da Joana, e que castigo tiveram eles?


Que justiça é esta, para quem comete um crime com esta
crueldade?

Comments

Anonymous said…
É mais "injustiça"!
patologista said…
Em alguns casos lembramo-nos facilmente de penas bem mais adequadas. Mas é sempre perigoso ir por esse caminho.
Mas que apetecia, apetecia.

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